Exame do IML irá confirmar se ossada é do irmão de Marco Ricca

A identidade da ossada encontrada dentro do carro do irmão do ator Marco Ricca só será confirmada depois do resultado do exame de DNA. O veículo de Giuliano Ricca foi localizado seis anos após o desaparecimento. No local também foram encontrados documentos.

O veículo foi encontrado na manhã de segunda-feira (2) na altura do quilômetro 192 da rodovia Presidente Dutra, em Santa Isabel, na Grande São Paulo, por três trabalhadores rurais. Eles notaram que havia uma ossada humana no banco do motorista.

Segundo a polícia, a placa indica que o carro era o usado por Giuliano antes do desaparecimento. O produtor cultural foi visto pela última vez em uma viagem a caminho do Rio de Janeiro.

Os trabalhadores chamaram a polícia. Pelo estado do carro, ele estava há muitos anos no local. A remoção do veículo foi complicada porque ele caiu na ribanceira em uma área de mata fechada. Foi preciso a utilização de um guincho. 

Junto com o carro, foram encontrados um documento de Giuliano Ricca e uma ossada. 

Giuliano Ricca está desaparecido há 6 anos após sair em viagem para o Rio

A polícia acredita que possa ter ocorrido um acidente no local. O motorista teria perdido o controle da direção na curva, invadiu o acostamento que, na ocasião, não tinha proteção e caiu na ribanceira. Mas apenas a perícia poderá confirmar se foi acidente.

O caso

Giuliano Ricca está desaparecido desde o dia 19 de outubro de 2014. Ele foi visto pela última vez em seu carro passando por um pedágio na rodovia Presidente Dutra, na altura da cidade de Arujá, próximo a Santa Isabel. A família não sabe informar se era ele ou outra pessoa quem estava dirigindo.

Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), a identificação da ossada será feita por meio da arcada dentária no IML (Instituto Médico Legal) de Guarulhos. Os resultados dos exames levam em média 30 dias para sair. Apenas o laudo poderá confirmar a identidade da vítima.

Ainda segundo a PRF, o veículo encontrado está no nome do ator e irmão Marco Antônio Ricca.