Investimento de R$ 4 milhões garante moradias do “Vida Longa” a Guaratinguetá

Cidade é contemplada com verba que viabiliza 28 unidades habitacionais para idosos em vulnerabilidade social

O prefeito Marcus Soliva, que assinou o convênio de R$ 4 milhões para moradias (Foto: Divulgação PMG)

Dando avanço às ações de assistência social do município, Guaratinguetá assinou na última terça-feira (15), um convênio com o governo do Estado para implantação do programa “Vida Longa”. A expectativa no município é que 28 unidades habitacionais para idosos sejam criadas.

A cidade contará ainda com um centro de convivência de aproximadamente 6 mil m², com ampla área de lazer. Os imóveis contarão com 28m² de área privativa e terão sala, cozinha, área de serviço, banheiro e quartos, além de itens de acessibilidade como barras de apoio, pias e vasos sanitários em altura adequada, alarme de emergência e corredores espaços. O local terá também áreas de lazer e interação. “Tudo para se adequarem às necessidades dos moradores”, destacou a Prefeitura, em nota sobre o novo serviço.

Para o prefeito Marcus Soliva (PSC), o projeto é vital para garantir uma melhor qualidade de vida para as pessoas que estão em vulnerabilidade social. “Quando você fala em pessoa em vulnerabilidade e na terceira idade, são aquelas que estão em situação mais difícil, porque não têm mais condições físicas de se autossustentar. Esse projeto é fundamental, traz qualidade de vida para a nossa comunidade”.

Os residenciais do projeto terão ainda áreas comuns com salão e refeitório, além de espaço para assistir televisão, área com churrasqueira e forno à lenha, aparelhos para atividade física, mesa de jogos, bancos de jardim, horta elevada e paisagismo.

No vídeo postado nas redes sociais de Soliva, o secretário de Habitação do Estado, Flavio Amary destacou a importância do empreendimento e o prazo de até 15 meses para a inauguração em Guará.

Programa – O Vida Longa é uma ação da secretaria de Estado de Habitação, a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo) e a secretaria Estadual de Desenvolvimento Social em parceria com as cidades. Nele, as prefeituras tornam-se responsáveis pela indicação dos beneficiários potenciais, pela doação de terrenos para construção dos imóveis e pela gestão e manutenção do empreendimento após o término das obras. Conforme o Estado, o investimento é a fundo perdido e o morador não paga taxa de ocupação, nem contas de água e luz.

Por Bruna Silva | Jornal Atos