Casa de jornalista do Jornal Regional é assaltada em Cruzeiro, SP

A casa do jornalista e diretor do Jornal Regional, Arvelos Vieira foi invadida e assaltada nessa madrugada (25) elementos não identificados.
Em sua página nas redes sociais, Arvelos conta como ocorreu o assalto em detalhes na íntegra:
INSEGUROS NA SEGURANÇA!…
Quando você pensa estar em segurança e consequentemente mais feliz, a decepção lhe tira a esperança, mostrando que com rara exceção, você pode ter a sensação de desfrutar dessa bonança.

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Nos meus 40 anos de vida conjugal, já mudamos de residência quase umas duas dezenas de vezes e, de todas as residências por quais passamos, a que mais nos fez sentir realmente seguros é essa, que residimos atualmente, há 7 anos (foto principal)..

Nas duas laterais, dois muros (fotos dois e três) de quatro metros cada um, nos protege e nos fazem sentir seguros, o fundo é fechado por um sobrado de 2 andares (pode ser visto na foto 3), que pertencem a nossa residência, portanto outro paredão protegendo nossa retaguarda.

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Na frente, uma grade totalmente fechada é ligada ao teto (foto principal). Os portões de acesso vivem diuturnamente fechados por questão de segurança, visto que nossa residência, por ser próxima à rodoviária, tornou-se comum a presença indesejável de viajantes sem destino batendo a nossa porta sempre pedindo algo.

À noite a porta que dá acesso à residência/recepção, bem como a janela da minha sala de trabalho, defronte a varanda/garagem, são trancadas.

E não é que minha casa foi invadida, assaltada na madrugada dessa quarta-feira por dois vagabundos, que tiveram tempo e cara de pau para transitarem livremente por todos os cômodos enquanto dormíamos?…

Minha esposa Carminha, dormindo no nosso quarto de casal, teve seu celular roubado ao seu lado, em cima da cama, ou seja, os marginais estiveram ao seu lado, para praticar o roubo.

Da mesma forma meu filho Ricardo. Os marginais estiveram ao seu lado, no seu quarto, onde roubaram o seu celular sobre sua mesinha de cabeceira. Pegaram um par de tênis, mas deixaram-no na área descoberta no andar superior da residência.

Na cozinha, os vagabundos abriram o armário de mantimentos, subtraindo duas caixinhas de creme de leite, que abriram e beberam pela metade, cada um deles.

Despejaram o conteúdo da bolsa da minha esposa sobre o tapete da sala e após vasculharem tudo que se encontrava lá dentro, furtaram dez reais (ainda bem que só tinha isso!), e também seu maço de cigarros, deixando a carteira de couro que o abrigava, jogada ao solo.

Quando tenho muito serviço para fazer a noite, tenho o hábito de dormir no quarto de hospedes, que fica de frente para a rua no andar superior, onde uso o celular e meu computador a vontade, fazendo uso da luz acessa, sabendo que não estou incomodando minha esposa.

Justamente no meu quarto não entraram, certamente pelo fato da porta fechada (e não trancada!), devem ter respeitado temendo que pudesse fazer barulho e despertar-me, o que fatalmente aconteceria, pois, além de eu ter o sono leve, passo mais tempo acordado que dormindo.

Gosto da madrugada para dar vasão a minha inspiração para meus artigos a para viajar pelos caminhos surpreendentes da internet.

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A dupla de vagabundos, no mínimo, deve ter escalado a grade da casa, ganhado a marquise e pulado a mureta da parte superior (foto 5), onde um vasto salão é aberto (apenas com muretas laterais!), dando acesso a todo o corpo da residência.

A imagem pode conter: tabela e área interna

Trata-se de uma área de serviço onde se encontra a lavanderia, onde se passa e estende roupas, onde nos reunimos em festa e onde se encontra minha mesa de bilhar e nossa horta orgânica.(foto 4).
Os prejuízos foram mínimos, mas a sensação de impotência e insegurança é aterrador. Em casa apenas quatro pessoas dormindo, uma em cada quarto, e imaginar que os marginais estiveram dentro de nossos quartos, olhando para nossos rostos e nos despojando enquanto encontrávamos em sono profundo. Dá para imaginar esse tipo de sensação?…

O par de tênis do meu filho Ricardo foi abandonado no pé da mureta por onde os marginais entraram e também saíram. Não sei porque não levaram.

Os celulares roubados não tem mais valor, pois, já foram bloqueados pela operadora e pela Polícia Civil, onde foi feito um Boletim Circunstanciado. Portanto, os “receptadores” (vagabundos oportunistas tão marginais quanto), que se aproveitam dos “preços irrisórios” dos “nóias”, viciados nas drogas, que nos roubaram, caso adquiram esses aparelhos, avisamos que só lhes servirão de “consolo”…MESMO! (pelo menos para alguma coisa!).

Quantos aos marginais, confesso que atrevimento maior está para ver. Pena que não entraram no meu quarto que, com a porta fechada, não pude ouvir nada de anormal.

E olha, é bem provável que eu estivesse acordado durante essa indesejável visita, pois, fui dormir eram mais de duas horas e às quatro horas levantei-me para ir ao banheiro, ficando mais uma hora e meia no computador. Talvez eles estivessem ainda dentro de casa esperando eu recolher-me novamente. Vai saber!…

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Foto 5: Área descoberta do segundo pavimento, de frente para a rua, por onde os vagabundos transpuseram a mureta entrando e saindo de nossa residência.

Uma história chata que aconteceu com minha família e que pode ACONTECER COM VOCÊS. PORTANTO, SE RESGUARDEM PARA NÃO SEREM VÍTIMAS DE EXPERIÊNCIA IDÊNTICA!..

 

Fotos: Arquivo Pessoal

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