Justiça suspende pregão presencial da Codemig para exploração de águas em Caxambu e Cambuquira, MG

Objetivo do pregão era selecionar parceiro privado para exploração; pedido de ONG foi acatado por plantonista de Elói Mendes

 

A Justiça suspendeu o pregão presencial que seria realizado em Belo Horizonte (MG) pela Companha de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) para seleção de parceiro privado para exploração de águas minerais nas unidades de Caxambu (MG) e Cambuquira (MG).

A juíza plantonista de Elói Mendes (MG), Fernanda Machado de Moura Leite, acatou o pedido de suspensão do processo feito por uma ONG de Cambuquira e determinou a suspensão do pregão, que aconteceria nesta quarta-feira (20).

A Codemig confirmou a suspensão e informou que espera dar continuidade ao processo assim que possível.

Preocupação

Membros de organizações não governamentais e associações de proteção ambiental na região do Circuito das Águas de Minas Gerais estão preocupados com a proposta de privatização do manuseio dos mananciais de água feita pela Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig).

Na prática, a companhia lançou um edital em busca de um parceiro no ramo alimentício ou de bebidas que possa assumir e exercer a exploração da água nos municípios de Caxambu, Cambuquira e Lambari, no Sul do Minas.

Originalmente, a Codemig possui a concessão de exploração das fontes de águas mineiras nos municípios de Araxá, Caxambu, Cambuquira e Lambari.

Foto: Divulgação

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