PM de Baependi, MG divulga nota desmentindo mais uma fake news que viralizou nas redes sociais

O perigo de se levar adiante uma mentira parece cada vez mais corriqueiro quando se mistura a isto o alto poder de aglutinação e propagação que as redes sociais tem nos dias atuais. Presentes no mundo da notícia há gerações, as chamadas “fake news” cada vez mais estão sendo usadas como instrumento para a auto-promoção e, pasme, para se ganhar dinheiro na divulgação de inverdades construídas apenas por interesse ou, simplesmente, por uma péssima forma de diversão.

Pesquisas apontam que a maioria dos leitores tem dificuldade em distinguir boatos de informações confiáveis. Por isso, é preciso estar atento, preferindo os veículos confiáveis, checando sempre a fonte e o principal, não repassar notícias das quais não se tem certeza da veracidade, porque trata-se de uma ação criminosa e você poderá responder por ela.

Pena para Fake News

Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, para tipificar o crime de divulgação de notícia falsa.

Imputa detenção, de seis meses a dois anos, e multa, para quem divulga notícia falsa e que possa distorcer, alterar ou corromper a verdade sobre informações relacionadas à saúde, à segurança pública, à economia nacional, ao processo eleitoral ou que afetem interesse público relevante.

Confira na íntegra, nota da Polícia Militar de Baependi desmentindo mais uma fake news:

CUIDADO COM OS BOATOS

A Polícia Militar de Baependi informa que a postagem que viralizou nas redes sociais informando que três foragidos perigosos estariam neste município pedindo roupas e comida é falsa.

Tudo indica que a história é apenas uma versão atualizada do caso das rebeliões que ocorreram em Goiás.

Não houve nenhum tipo de relato de que os fugitivos de Goiás tenham se espalhado em grupos para alguma região específica, informou o 2° Sgt Moura de Baependi, caso contrário, a polícia certamente já teria se deslocado para esses locais.

Nota-se também que no fundo das imagens há a bandeira do Paraná e não de Goiás, sendo que as mesmas fotos usadas nessa história já foram usadas em outros boatos, afirmou o militar.

Foto: Divulgação

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.