Quadrilha especializada em dar golpes pela internet faz vítima em Lorena, SP – A Gazeta

Quadrilha especializada em dar golpes pela internet faz vítima em Lorena, SP

Uma quadrilha que aplicava golpes em comerciantes na internet foi presa nesta segunda-feira (11) em uma operação em conjunto entre a Polícia Civil de Lorena e de Curitiba (PR).

Os três suspeitos, com idades entre 21 e 35 anos, burlavam o sistema de segurança dos sites de venda de mercadorias e falsificavam comprovantes de pagamento. De acordo com a polícia, após o recebimento das mercadorias, a quadrilha as revendia com preços abaixo do mercado. Eles responderão pelos crimes de estelionato, associação criminosa e falsificação de documentos.

As vítimas enviavam as mercadorias pelos correios e depois constavam que os pagamentos não haviam sido realizados. Um deles foi um vendedor de Lorena, que registrou um boletim de ocorrência na 1º Delegacia de Polícia de Lorena.

Através de informações fornecidas pela vítima, o Setor de Investigações Gerais realizou diligências nos sistemas da Polícia Civil e logrou localizar um total de 10 registros de ocorrências no estado de São Paulo, que possuíam o mesmo ‘modus operandi’ e endereços para entrega em Curitiba.

A Polícia Civil de Lorena encaminhou as informações para a Delegacia do Estelionato de Curitiba, que prosseguiu com as investigações que resultaram na prisão da quadrilha.

Segundo a Polícia Civil de Curitiba, um dos integrantes da quadrilha era responsável pelo envio das mensagens fraudulentas, assim como pelo envio dos comprovantes de pagamentos falsos. Outro era responsável pelo recebimento e coleta dos produtos enviados pelos Correios e o último era responsável pela logística de venda e ocultação de mercadorias.

Para dificultar o rastreamento das compras, os golpistas utilizavam endereços de pensionatos, onde alugavam quartos, para armazenar e receber as mercadorias enviadas pelas vítimas e, constantemente trocavam os endereços de recebimento para dificultar as investigações.

Eles também utilizavam de perfis falsos, tanto para a negociação com as vítimas, assim como para a revenda dos produtos. Os suspeitos afirmaram que o golpe já vinha sendo praticado há mais de quatro anos.

 

Foto: Divulgação

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