Protocolado na Câmara de Cachoeira Paulista, SP pedido de comissão processante contra o vereador Guilherme Marcondes

Nesta segunda feira (22) deu entrada na câmara municipal de Cachoeira Paulista mais um pedido de comissão, desta vez é contra o vereador Guilherme Marcondes, que segundo a representação está sendo acusado por supostamente falsificar requerimento de viagem no período que foi Presidente da Câmara Municipal de Cachoeira Paulista, no ano de 2016, com intuito político e para fins eleitorais.

O Vereador Guilherme Marcondes está sendo denunciado por falsificar requerimento de viagem no período que foi Presidente da Câmara Municipal de Cachoeira Paulista, no ano de 2016, com intuito político e para fins eleitorais.
Marcondes teria falsificado um documento de viagem constando o nome dos Vereadores Breno Anaya, Aurélio Hummel, Carlinhos da Saúde e Max Barros, além de um funcionário da Câmara Municipal.
Segunda a denuncia que foi protocolada pela senhora Marisa Barbosa, mãe do vereador Breno Anaya, nas despesas de viagem paga consta apenas a sua assinatura que na época no valor de R$ 910,00.
Marisa Barbosa, que é mãe do Vereador Breno Anaya, diz ainda que foi exposta, segundo ela, de maneira baixa na rede social.
“Fui acusada e exposta de maneira baixa nas redes sociais dizendo que utilizei dinheiro público em uma viagem com o Vereador Breno Anaya para São Paulo.
Confesso que fui pega de surpresa com essas postagens, pois em nenhum momento e como comprova os documentos, o Vereador Breno fez pedido de dinheiro público para essa viagem, sempre foi dito por Guilherme Marcondes que essa viagem era particular, paga com seus recursos próprios e inclusive fui de táxi, disse a denunciante.
Diante disso faço essa denúncia, pois quem não deve, não teme”, relata Marisa Barbosa.
A denúncia será votada na sessão de terça-feira, 22 de outubro

O outro lado

Tentamos contato com o vereador em exercício Guilherme Marcondes através do seu whatsapp (rede social), e este afirmou que também está protocolando uma denuncia ao MP e na mesma sessão, já que o vereador Breno Anaya era primeiro secretario na época e também assinou o cheque, além de ter levado parentes na viagem, no caso sua mãe, a denunciante.

Entenda o caso

Na semana passada também foi protocolado e votada na câmara, um pedido de cassação do prefeito Edson Mota, que teve seu pedido de afastamento reduzido para 30 dias e deverá reassumir o cargo no próximo dia 7 de novembro.
O pedido na câmara foi rejeitado por 8 votos a 5.
Durante a votação teve discussão entre munícipes contrários contra os favoráveis ao afastamento, e por pouco não chegaram as vias de fato.
E as discussões entre os dois lados continuam até o momento nas redes sociais, e população segue acompanhando, com postagens favoráveis e contrárias entre as partes.

Fonte: Jornal O Momento

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