Advogada Adriana Vieira Bastos, lança o livro: Nasceu 0,01%, Muito Prazer…

A advogada e roteirista Dra Adriana Vieira Bastos, lançou o livro: Nasceu 0,01%, Muito Prazer…

Adriana é advogada e roteirista conceituada na grande São Paulo, sempre com seu humor perspicaz, mostra uma nova visão de como enfrentar os problemas do dia-a-dia sem que os mesmos atinjam seu foco.

Casada mãe de três filhos a escritora, tem familiares em Cruzeiro, cidade onde Adriana tem suas raízes fixadas.

História – Um capítulo do livro: 

Confesso que há momentos em que passamos por situações tão inusitadas que só resta a constatação de que realmente o melhor é rir para não chorar. 

Parece até que procuro confusão, mas não é verdade. Ela naturalmente vem ao meu encontro. Resolvido o problema gástrico, continuei tratando do coração, que andava inquieto, quando, em março de 2010, minha filha entrou em casa radiante: 

− Mãe, encontrei uma passagem para Salvador por uma pechincha. Você paga R$ 1,00 pela ida mais o preço da passagem de volta, no dia de sua escolha. 

Tentei dissuadi-la: 

− Não estou a fim! Esqueceu de que estive lá em novembro? 

Mas ela foi mais convincente, fazendo com que eu comprasse a ideia. 

Como estava em fase da adaptação do novo remédio prescrito pelo cardiologista, fui conversar com ele. Autorizou a viagem, com uma única recomendação: 

− Só não vá pegar dengue, faça o favor. 

Concordei e fui para Salvador, mas não tive tempo de avisar ao Aedes aegypti. Ele se esqueceu de que estava na Bahia e rapidamente veio me picar. Tenho a impressão de que ele estava querendo sangue novo, pois, no meio dos amigos, fui a única premiada. 

Uma semana depois de voltar, liguei para o meu médico: 

− Doutor, não aguento mais de tanta dor no corpo todo. Ficar em pé, nem pensar. Minhas mãos estão inchadas.

Na hora, ele determinou: 

− Se não melhorar até amanhã, vá direto para o hospital. 

No dia seguinte, com o corpo todo avermelhado fui ao pronto-socorro. Fiz os exames e no final da tarde fui informada: 

− Dona Adriana, a senhora vai para o quarto, pois existe a suspeita de dengue ou de endocardite. 

Quatro dias internada. Constatada a dengue, fui liberada, com a prescrição de repouso absoluto. 

Isso não foi nada diante da gozação do Marcelo: 

− Eta R$ 1,00 caro, né, mãe?

Manual de sobrevivência

O direito de ser politicamente incorreta 

Como era de se esperar, vivenciando tantos problemas de saúde, me tornei uma paciente crônica. Mediante tal realidade, não abro mão de “chutar o balde” e fazer arte, vez ou outra, ou para ser mais sincera, quase sempre. 

Sigo uma linha de raciocínio própria, que até hoje deu certo. Se o meu organismo já me obrigou a tomar Hidantal, Leorisal e Neural juntos, como recompensa dou-me o direito de acrescentar a eles uma cerveja Original. Simples, não? 

Porém, não podem me acusar de má companhia. Muito menos de incentivar a fazerem o que faço. Já perdi as contas das vezes em que, tomando uma cerveja com os amigos, sou questionada: 

− Adri, com tantos remédios fortes que toma, seu médico deixa beber? 

Sempre fui sincera em minhas respostas: 

− Claro que não! Evito contar pra não deixá-lo preocupado.

Também me divirto muito quando me deparo com a indignação de outros amigos: 

− Adri, tenho dó de quem te atende. Se tem alguém que eu não iria querer como paciente, esse alguém seria você. 

Esclareço: 

− Só posso dizer que se eu fosse certinha, quem não iria querer conviver comigo seria eu mesma.

REFLEXÕES – 

A importância da empatia e da sensibilidade do profissional de saúde na vida do paciente. 

Um lado da moeda… A FALTA! 

Independente da profissão, encontramos indivíduos com as mais variadas posturas. Afinal, estamos falando de seres humanos, com seus modos peculiares de encarar a vida. Agradeço quando, já no primeiro encontro, sinto confiança no profissional que irá me atender. 

Porém, nem sempre acontece. Há indivíduos que apresentam um currículo profissional impressionante, mas falta-lhes o principal: empatia para entender a fragilidade momentânea dos clientes, neste caso, pacientes. 

Os médicos 

Alguns médicos parecem que trazem no DNA o sentimento de pertencerem a um patamar superior às demais áreas profissionais. 

“Será que se sentem assim por lidarem com o ser humano quando este se encontra debilitado, reduzido a quase nada?” 

Dentre tantos que conseguem frustrar ainda mais o paciente, já fragilizado pela doença em si, cito alguns que mais me marcaram:

SURREALISTA 

Sua prescrição “Evite estresse” deveria vir com cópias para serem distribuídas em casa, no trabalho, aos atendentes de telemarketing… E a todos que colaboram para a piora da saúde do paciente.

Resenha

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Saboroso, bem humorado e revelador de um admirável savoir faire diante das poucas e boas que a natureza é capaz de aprontar com 0,01% das pessoas – embora quase nunca consiga atingir o mesmo alvo mais de uma vez -, este é o relato impagável de uma mulher que, ao que tudo indica, nasceu alvo preferencial. 

0,01%, muito prazer não é autobiografia, não é auto ajuda e não é ficção, embora às vezes possa parecer. 

Gostosamente temperado com inteligência, perspicácia e fina ironia, é a narrativa de uma experiência que pouquíssimas pessoas terão, mas todas deveriam conhecer.

E é, também, um prato cheio para quem trabalha no setor da saúde descobrir, afinal, o que se passa na cabeça de quem vira e mexe precisa estar do outro lado do estetoscópio. 

Roseli Pereira – Planejadora e redatora publicitária há mais de 30 anos. Cronista nas horas vagas, conheceu a Adriana no grupo Anjos de Prata e tornou-se fã dos seus textos muito antes de ela decidir contar essa história.

Prefácio 

Por trás dessa aparência de “Rita Lee doidivana” se deslumbra uma personalidade forte, uma pessoa centrada, que sabe o que quer e ama intensamente a vida, desfrutando-a a cada segundo, não tendo receio de revelar suas contradições, temores e conflitos totalmente humanos. 

Descobriu por intuição e inteligência os verdadeiros valores da vida reforçados evidentemente por seus revezes de saúde (os 0,01%). 

Com uma descrição simples, divertida, bem-humorada, Adriana nos dá uma lição de vida e otimismo, cumprindo os mais altos preceitos filosóficos dando um significado a vida através do seu imenso amor à família, aos amigos, “à cervejinha”, ao bongô e à natureza. 

Que seus caros “anjos” continuem a protegê-la por muitos anos para que possamos continuar desfrutando de sua companhia. 

Prof. Dr. Carlos D´Apparecida Santos Machado Filho 

Livre-Docente Titular da Disciplina de Dermatologia 

da Faculdade de Medicina do ABC 

Cito apenas alguns feedbacks de leitores, por sinal, maravilhosos, ultrapassando minhas expectativas.   


HUDSON MACHADO

Adri, 

Se por acaso eu encontrasse seu livro um dia sem saber que se trata de uma história real, eu o encararia como uma ficção contemporânea bem construída. Mas não. É real e isso é impressionante. 

Você pode até dizer que não é exemplo para ninguém, e eu jamais questionaria isso, agora, ofereço a mim o direito de achar que você é uma ótima jogadora. O que a vida te manda, você mata no peito e chuta pro gol. 

Em tempos nos quais rimos pelos dedos e virtualmente, eu pude gargalhar como há tempos não fazia diante de uma obra. 

Longe de mim rir dos problemas que você enfrentou: minha risada se deu ao modo como, mesmo diante de agruras, conseguiu dar os ombros e distanciar-se si mesma a fim de saber lidar com o mundo. Esse autodistanciamento encerra em si a própria definição da ironia: fina e escrachada, engraçada e reflexiva. Você é sensacional.

Houve momentos de empatia, de compartilhar dor e tristeza, mas não consegui sentir abatimento. Sempre diante de uma nova doença, eu já ficava esperando pela reviravolta, pela calma pós-tempestade, pelo seu comentário delicioso sobre o que é estar vivo. 

Muitos dizem que é precioso ser uma pessoa rara, e você nos mostra que há dor em ser diferente, mas que o humor e a leveza, mesmo durante o dilaceramento do corpo, podem nos salvar. 



Vivien Marcelle da Silva Vasconcelos BH

Amei seu livro, me emocionei, dei altas gargalhadas e pude sentir todas as dificuldades que você passou e ainda passa sendo um dos 0,01%. Mas graças a Deus, apesar das dores e dificuldades te deu uma família linda que sempre te amparou e ampara até hoje e sempre! Filhos lindos e um maridão distraído mas que te ama e cuida de você do “jeitinho” dele. Você sabe levar a vida com humor e isso faz com que as dificuldades fiquem mais leve. Com certeza a espiritualidade amiga te ampara mesmo nos sustos, mas principalmente nas vitórias! Deus não dá uma cruz que não podemos suportar e por mais que fiquemos as vezes bravo com ele… Ele sabe que você dá conta!!

LUIZA PALMERINDA CANDIDO – SP

Querida Adriana, boa tarde!

Terminei a leitura do seu livro na quinta-feira, à noite. Agradeço a você por ter compartilhado tantos momentos da sua vida com outras pessoas. A linguagem direta e espontânea, combinando com a apresentação gráfica do livro, tem até figurinha rsrsrsrs… torna a leitura interessante e agradável. 

Tudo isso, para dizer do acerto da fórmula, você trouxe um tema muito difícil – doença – não falou de terceiros, mas da sua própria experiência. Vi todo o relato como uma resistência construtiva, ante o inevitável. O cômico, deu o tom de quem ama a vida e luta por ela.

Grande reflexão contida no Manual de sobrevivência da Adri. Tudo o que você escreveu e viveu, levantou muitos ânimos caídos pela doença e, muitas vezes, pela indiferença dos profissionais da saúde. Os rapazes do hospital, a menina que perdeu o bebê entre duas gestantes felizes… você fez a diferença na vida dessas e muitas outras pessoas, faz na nossa vida também, nunca duvide disso.

A sua força espiritual me faz admirar ainda mais o seu amor e luta pela vida. 

Grande beijo e até de repente, como falava a minha sogra! 

Elaine Póvoas – SP

 “Um livro que se propõe a descrever quase que uma história de vida, com bom humor e diversos pontos de reflexão. Recomendo não só para ampliar a visão sobre quantas surpresas a vida pode oferecer, como também para que cada um agradeça a vida que tem e os desafios que precisam enfrentar. A vida é uma escola com aprendizado cotidiano”

Regina Celi de Paiva Vieira

Adri, parabéns pelo livro! Muito bem escrito, humorado (aliás muito bem humorado), inspirador e verdadeiro. Sem contar com o choque de realidade, no que diz respeito à área médica. Infelizmente hoje encontramos profissionais sem o mínimo de humanismo e dedicação. Bom, agora para nós leitores, só nos resta ficarmos no aguardo do próximo lançamento.

Carol Pacheco

99,9% de chance de você se divertir ao ler o livro, isso posso te garantir! Leitura leve e divertida, com um jeito especial de tratar e falar sobre assuntos não muito legais. Problemas de vida e saúde sempre dão aquela impressão ruim, que queremos evitar até falar sobre para não atrair, mas o livro 0,01% é diferente. Vale a pena demais ver a forma de levar a vida e enxergar coisas ruins com bom humor da Adriana. Quer dar boas risadas? Então boa leitura!

Tatiana Figuerola – SP

Livro 0,01% muito prazer … incrível, escrito por uma pessoa muito especial!!! Nosso primeiro encontro foi em uma UTI, ahh mas o segundo encontro foi no lançamento do seu livro, momento inesquecível!!! Agradeço por ter conhecido, e quero ter a oportunidade de conhecer e saber um pouco sobre como foi escrever esse livro.

Cilene Cunha

Leitura divertida, me embarquei nas viagens da escritora, pessoa guerreira, que não se deixa por vencida, mal cai já tem que levantar, mal se levanta, vem outro tombo, e assim segue… não sei quem é mais tinhoso a escritora ou o Anjo da Guarda dela, o mulher que dá susto…  

JOANA MAIOLO SP

Bom dia!

Querida Adriana!

Li seu livro e confesso que vivi através das suas palavras, diferentes sentimentos, muitas vezes ri e muitas sorri, durante toda leitura ficava na torcida do seu sucesso.

Gostei muito, até porque convivi 31 anos, com alguém com problemas cardíacos e seu livro, me ensinou a entender, várias situações, que nunca nenhum médico me traduziu de maneira tão simples como você.

Comentei muito a respeito com a minha filha, que me pediu um exemplar, na minha próxima visita.

Recomendarei sim aos meus amigos, porque valeu muito o aprendizado.

Seria maravilhoso, se mais pessoas que trabalham no setor de saúde, tivessem a oportunidade de ler, o lado humano, quando se troca de lugar.

Te desejo muita saúde e sucesso, sou sua fã.

“Quem me dera ter conhecido algumas pessoas mais cedo, outras mais tarde e outras… nunca” – Desconheço o autor

E saiba que você se encaixa na primeira afirmativa. Com carinho