Prefeitura de Lorena, SP inicia tratativas com a PM sobre Atividade Delegada; convênio anterior foi encerrado em março de 2020

Historicamente uma das cidades mais violentas da RMVale (Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte), Lorena solicitou à Polícia Militar, na última segunda-feira (1), a retomada da Atividade Delegada.

A medida tenta ampliar a estrutura do município, que além das ações da Polícia Militar, conta com uma Guarda Civil armada.Conhecida como “bico oficial”, a Atividade Delegada permite que policiais militares, de folga, sejam contratados pelas prefeituras para atuarem em ações de combate à criminalidade e de fiscalização ao cumprimento de leis.

Tentando garantir a Lorena o retorno do programa, que teve seu contrato revogado em março do ano passado, o prefeito Sylvio Ballerini (PSDB), se reuniu na última segunda-feira com os representantes do 23º BPMI (Batalhão da Polícia Militar do Interior), como o major Sérgio Israel dos Santos, o capitão Gustavo Ferreira e o cabo Alexander Ribeiro.

Além do vice-prefeito, Humberto Ballerini, o encontro contou com as presenças do secretário de Segurança, Alfredo Pereira e do diretor de Segurança, Filipe Medeiros.

O secretário de Segurança viu o saldo da reunião como positivo, simbolizando o ‘pontapé inicial’ nas tratativas em busca da celebração de um acordo com a PM.

“Realizaremos todos os esforços necessários para que cidade volte a contar, o mais rápido possível, com a Atividade Delegada. Já que o convênio foi revogado na gestão anterior, teremos que fazer um novo contrato. A PM já se prontificou em colaborar conosco no andamento destes procedimentos legais”.

Pereira ressaltou que a retomada da Atividade Delegada contribuiria também na atuação da GCM (Guarda Civil Municipal) na segurança de prédios e espaços públicos.

“Este convênio seria fundamental, já que a GCM enfrenta uma grande defasagem de servidores operacionais.Então essa medida amenizaria esta situação, já que com mais PM´s na rua, além do combate ao crime em geral, teremos uma equipe maior para atuar na fiscalização das leis municipais e segurança dos patrimônios públicos”.

A secretaria de Finanças realiza estudo de viabilidade para que seja definido, de acordo com o orçamento municipal, o número de policiais que poderiam ser contratados.

A expectativa é que o número varie de 4 a 6 profissionais. Após a conclusão dos procedimentos burocráticos iniciais, uma nova reunião entre o Executivo e a PM será agendada.Histórico – Em 2018, um estudo publicado pelo ‘Instituto Sou da Paz’ apontou Lorena como a cidade mais violenta do estado.

O ranking elaborado pela entidade analisou casos de homicídio, estupro e crime patrimonial dos 138 municípios paulistas em 2017.Na avaliação, a cidade, que na época possuía 87 mil habitantes, atingiu 54,4 pontos no ‘Índice de Exposição a Crimes Violentos’.

Na ocasião, o município obteve uma taxa de 31,8 de mortes violentas por grupo de cem mil habitantes. Já em 2019, um levantamento da Prefeitura revelou que a cidade teve em 2001 um dos anos mais sangrentos de sua história, quando 33 assassinatos ocorreram.

Em contrapartida, no comparativo entre 2019 e 2018, o número de vítimas caiu de 30 para 17, representando uma redução de 43%. Segundo dados da SSP (Secretaria de Segurança Pública), Lorena teve no ano passado 22 moradores assassinados, atingindo um aumento de 29% em comparação a 2019.Já em 2021, as estatísticas estaduais, que apresentam apenas os casos de janeiro, informam que a cidade contabiliza apenas um homicídio doloso (quando existe a intenção de matar) neste ano.

Por Jornal Atos

Foto: Reprodução PML

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