Na Câmara, Secretária de Saúde de Guaratinguetá, SP destaca investimentos e estruturas do atendimento durante a pandemia

Prestação de contas do primeiro quadrimestre mostra valores relacionados ao combate à Covid-19 e fluxo de R$ 33 milhões

A secretária de Saúde de Guará (ao fundo) apresenta dados sobre primeiro quadrimestre de 2021 (Foto: Fabiana Cugolo)

A secretaria de Saúde de Guaratinguetá voltou à Câmara para prestar contas sobre as ações e números do setor no primeiro quadrimestre de 2021. A apresentação, realizada pela secretária Maristela Macedo, antes do início das sessões da última terça-feira (1), destacou o atendimento durante a crise causada pela pandemia de novo coronavírus.

Durante a explicação, foram mostrados valores, como, recursos recebidos, verbas para tratamento e prevenção de doenças, combate à Covid-19, e despesas, que vão de gastos diversos (combustível e salários), a gastos específicos com materiais de enfermagem, odontologia e medicamentos. Quantias de repasses aos hospitais Frei Galvão e Santa Casa também foram divulgadas.

De acordo com a equipe de Saúde, o saldo anterior ao período era de R$ 23.288.047,92. Entre janeiro e abril deste ano, a Saúde recebeu um total de R$ 33.642.662,23, provenientes de tesouro municipal, Ministério da Saúde, Governo do Estado, devoluções e rendimentos bancários. As despesas giram em torno de R$ 34 milhões.

Após a exibição das planilhas, os vereadores tiraram dúvidas sobre os números apresentados. Além dos questionamentos, outros temas da pasta foram abordados. Os vereadores Fabrício da Aeronáutica (MDB), Nei Carteiro (MDB), Marcelo da Santa Casa (PSD) e Rosa Filippo (PSD) perguntaram sobre valores de devolução, medicamentos, Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e tratamentos transtornos mentais e comportamentais.

Em relação a estrutura no combate à Covid-19, a secretaria de Saúde destacou que, além do suporte atual, a cidade prepara reforço. “Nós temos para stand-by leitos com suporte respiratório, que vocês conhecem como os leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo). Esperamos não precisar deles, mas estamos terminando essa estrutura na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) para poder abri-los em caso de necessidade”, contou Maristela.

Por Fabiana Cugolo | Jornal Atos