Farmácia Central de Pindamonhangaba volta registrar falta de medicação especializada

Cidade aponta atraso do Estado no recebimento dos remédios; atendimento deve ser normalizado na próxima semana

Farmácia Central de Pindamonhangaba, que distribuiu medicamentos gratuitos a população, está com atraso na entrega (Foto: Bruna Silva)

Devido a um novo atraso no recebimento de medicamentos de componente especializado do DRS (Departamento Regional de Saúde) de Taubaté, os moradores de Pindamonhangaba enfrentam mais uma alteração de datas para a retirada dos remédios neste mês.

Segundo a coordenadora da Assistência Farmacêutica de Pinda, Lídia Giroldo, a principal causa para a alteração é o atraso do DRS na entrega do malote municipal com os medicamentos do componente especializado. A unidade é responsável pela distribuição regional de todos os medicamentos do componente especializado de cada paciente da rede pública de saúde.

Com a nova programação, aqueles que recebem medicação Leite, Refrigeração e IRC que retirariam nesta terça-feira (23), passarão a receber na próxima segunda-feira (29). Assim como pacientes neuro e saúde mental receberão na terça-feira (30).

Os demais pacientes deverão comparecer normalmente conforme as datas dos cartões, entre essa quinta (25) e sexta-feira (26), dentro do horário de atendimento das 8h às 17h. Para efetuar a retirada da medicação é indispensável o cartão e o documento do paciente e responsável. Nos dois primeiros dias de dezembro, o setor de Componente Especializado da Farmácia Central estará fechado para a finalização do malote municipal.

O Componente Especializado da Assistência Farmacêutica é um método de acesso a medicamentos através do SUS (Sistema Único de Saúde), caracterizado pela garantia da integralidade do tratamento medicamentoso, em nível laboratorial. Os medicamentos que integram o Componente Especializado são divididos em três grupos com características, responsabilidades e formas de organização distintas. Estes grupos são definidos conforme os critérios: complexidade do tratamento da doença, garantia da integralidade do tratamento da doença em questão de cuidado e manutenção do equilíbrio financeiro entre as esferas de gestão do SUS.

Por Bruna Silva | Jornal Atos