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Adriana Esteves recusa participação em Renascer. Saiba motivo

Em entrevista ao podcast Papo de Novela, Vladmir Brichta, marido da atriz, deu detalhes sobre o assunto

Por Portal Léo Dias

O autor Bruno Luperi até tentou, mas Adriana Esteves não vai fazer uma participação em Renascer. O novelista convidou a atriz para uma participação afetiva, já que ela interpretou a sonsa Mariana na primeira versão em 1993.

Foi por causa deste trabalho que Adriana ganhou fama nacional, mas também por isso entrou em depressão. Na época, ela foi massacrada por críticas à personagem e a sua atuação. Saiba agora o motivo para a decisão da artista que também viveu outras personagens marcantes da emissora.

A ideia de Luperi era que Adriana pudesse revisitar a história e fazer alguma participação, mas a atriz está envolvida com as gravações de Mania de Você, próxima novela das nove da Globo. Adriana começa a gravar já na próxima semana e precisou recusar o convite do neto de Benedito Ruy Barbosa.

“Não há nenhuma chance de Adriana atuar em Renascer. Ela começou a fazer a próxima novela do João (Emanuel Carneiro), Mania de Você, tá em preparação”, contou Vladimir Brichta ao podcast Papo de Novela.

O ator, que é marido de Adriana, está no ar como o coronel Egídio. Ao ser convidado para fazer a novela, a mulher contou que foi muito criticada na época e Vladimir fez questão de fazer pesquisas sobre a versão de 1993 para entender melhor o que aconteceu com ela.

“Adriana fez essa novela e passou por uma experiência muito difícil e incomum. Na época houve algumas críticas. Ela disse que foram muitas. Aí eu fui pesquisar e falei que não foram não, que era uma meia dúzia. Inclusive porque não existia rede social, eram uns três jornais, dois ou três críticos que implicaram”, disse ele sobre o que acabou encontrando em sua pesquisa.

Vladimir afirmou que o fato de ela recusar o convite para estar no remake não tem nada a ver com qualquer trauma e que a questão foi apenas agenda mesmo.

“Ela assiste à novela sempre que dá”, disse ele, que também defendeu a performance da mulher: “Se você for assistir de novo a novela e o que ela fazia, vai ver que não só era muito bom como de alguma forma dialogava com a própria linguagem proposta, que era uma linguagem ultra poética. Os personagens eram muito arquétipos; a Mariana era quase a Lolita, é um pouco essa figura proibida, que incita. Eu acho que as pessoas não entenderam na época”.

Vladimir Brichta ainda acredita que, apesar da repercussão na época e das críticas que recebeu, Renascer foi essencial para a trajetória profissional de Adriana: “Aquilo ali é um turning point [ponto de virada, na tradução literal do inglês] na carreira dela para ela se tornar a atriz que viria a ser”.