Por Redação | Porta A Gazeta RM
Um adolescente de 17 anos conhecido como “Ferrerinha” foi assassinado com um disparo na cabeça na madrugada deste domingo (15), durante as festividades de Carnaval em Guaratinguetá, no interior de São Paulo. O crime aconteceu por volta das 2h na Avenida Presidente Vargas, em um trecho conhecido como Avenida do Carnaval, próximo a uma ponte de ferro, segundo informações das autoridades presentes no local.
De acordo com equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o jovem foi baleado enquanto ainda havia público na região, apesar de o circuito oficial de Carnaval ter sido encerrado por volta das 1h30. Os socorristas foram acionados por volta das 2h10, mas ao chegarem constataram que ele já estava sem vida.
A Polícia Militar isolou a área para permitir o trabalho da perícia e acionou a Polícia Civil, que registrou o caso como homicídio e investiga as circunstâncias do fato. Até o momento, não há informações sobre a identificação de suspeitos ou motivação do crime. Nenhuma prisão foi registrada até a publicação desta matéria.
A Prefeitura de Guaratinguetá divulgou nota informando que o homicídio ocorreu fora da área oficial de festa, que já havia sido desligada. Mesmo após o término da programação, ainda havia pessoas na avenida. Segundo o comunicado, a área contava com reforço de segurança, incluindo atuação da Cavalaria e da Polícia Civil, e estão sendo utilizadas imagens das câmeras do Centro de Operações Integradas (COI) para auxiliar nas investigações. A estimativa da organização é que cerca de 60 mil pessoas passaram pela estrutura durante o Carnaval.
Informações preliminares da Secretaria de Segurança Pública (SSP) acrescentam que policiais militares estavam auxiliando na dispersão da multidão quando notaram concentração de pessoas em um ponto da via e encontraram o jovem caído com ferimento por arma de fogo. Com ele foram apreendidos um pino de cocaína, um isqueiro e R$ 176 em espécie. A autoridade policial solicitou ainda exames periciais ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal (IML).
A Polícia Civil continua as investigações para esclarecer as circunstâncias e possíveis responsabilidades pelo homicídio. As autoridades pedem que qualquer informação que possa ajudar nas apurações seja repassada de forma anônima.
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