Thaís Franco Soares foi encontrada com um ferimento provocado por arma de fogo dentro de uma residência no bairro Cruzeiro; marido prestou depoimento, e três armas foram apreendidas durante a ocorrência.
Por Redação | Portal A Gazeta RM
A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte de Thaís Franco Soares, de 43 anos, encontrada com um ferimento provocado por disparo de arma de fogo em uma residência no bairro Cruzeiro, em Camanducaia, no Sul de Minas Gerais. O caso ocorreu na madrugada de sexta-feira (23), e uma possível hipótese de feminicídio está entre as linhas de investigação.
De acordo com informações divulgadas por veículos de imprensa da região, a Polícia Militar foi acionada para atender à ocorrência e encontrou a mulher sem sinais vitais no imóvel. Diante das circunstâncias, o local foi isolado e preservado para os trabalhos da perícia técnica, que deverá contribuir para esclarecer a dinâmica dos fatos.
Segundo o relato apresentado à Polícia Militar, o marido da vítima afirmou que houve uma discussão entre o casal antes da ocorrência. O homem compareceu à autoridade policial acompanhado de um advogado e prestou depoimento.
Conforme as informações divulgadas, outras pessoas que estavam na residência também deverão ser ouvidas pelos investigadores. Os depoimentos serão analisados em conjunto com os resultados dos exames periciais e os demais elementos reunidos durante a apuração.
Até o momento, não há confirmação conclusiva sobre como ocorreu o disparo nem sobre eventual participação de terceiros. A hipótese de feminicídio permanece sob investigação, sem que haja, nas informações disponíveis, conclusão definitiva sobre a causa e as circunstâncias da morte.
O caso foi registrado inicialmente como suicídio. Entretanto, a necessidade de esclarecer a dinâmica da morte levou à instauração de um inquérito policial para aprofundar a investigação.
A Polícia Civil aguarda os laudos periciais, incluindo os exames relacionados à morte, para verificar se os resultados são compatíveis com as informações apresentadas e com os demais elementos da ocorrência.
A análise técnica é fundamental para reconstruir a sequência dos acontecimentos e determinar as circunstâncias em que a vítima sofreu o ferimento fatal.
Durante os procedimentos realizados na residência, os policiais apreenderam três armas de fogo, além de munições e documentos relacionados aos armamentos.
Conforme o registro policial divulgado pela imprensa, duas das armas estavam com os certificados de registro vencidos. A situação documental dos armamentos integra os elementos registrados durante a ocorrência, mas, isoladamente, não esclarece como aconteceu a morte.
O material apreendido poderá ser submetido a análises técnicas, conforme a necessidade da investigação e a determinação das autoridades responsáveis.
Após os procedimentos no local, o corpo de Thaís foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Pouso Alegre, onde seriam realizados os exames de necropsia.
Os resultados deverão auxiliar na determinação das circunstâncias da morte e serão considerados pela Polícia Civil na condução do inquérito.
A investigação segue em andamento, com a previsão de novos depoimentos e a análise dos laudos técnicos. Até a conclusão das apurações, não é possível afirmar de forma definitiva como ocorreu o episódio ou atribuir responsabilidade criminal a qualquer pessoa.
O Portal A Gazeta RM acompanhará o caso e poderá atualizar esta reportagem conforme a divulgação de novas informações oficiais.
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