Vítima foi encontrada caída em via pública no Parque Santa Clara; suspeito de 20 anos foi localizado pela PM na Rodovia Presidente Dutra, em Aparecida
Por Redação | Portal A Gazeta RM
Um homem de 40 anos foi morto a tiros na noite de sexta-feira (25), em Guaratinguetá, no Vale do Paraíba. O crime aconteceu na Rua Alfredo Lisboa, no Parque Santa Clara.
A vítima foi identificada como Tiago H. B. P.. Um jovem de 20 anos, apontado como suspeito do homicídio, foi preso pela Polícia Militar na Rodovia Presidente Dutra, em Aparecida.
De acordo com o boletim de ocorrência, moradores da região ouviram disparos de arma de fogo por volta das 21h45.
Pouco depois, o homem foi encontrado caído na via pública, a poucos metros da residência onde morava.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para prestar atendimento, mas a equipe constatou que a vítima já estava morta quando chegou ao endereço.
A Polícia Militar isolou a área para preservar o local do crime e permitir a realização dos trabalhos da perícia e dos investigadores da Polícia Civil.
O corpo foi encaminhado para os procedimentos legais antes de ser liberado para a família.
Após o homicídio, policiais receberam informações sobre um possível envolvido que teria deixado Guaratinguetá em um Fiat Palio verde, seguindo em direção a Taubaté.
Com as informações sobre o veículo e o possível trajeto, equipes policiais realizaram buscas na região.
O jovem de 20 anos foi posteriormente localizado na Rodovia Presidente Dutra, em Aparecida, e preso.
A ocorrência foi apresentada às autoridades policiais, que deverão prosseguir com a investigação para esclarecer a dinâmica do homicídio e a participação do suspeito.
A Polícia Civil deverá apurar as circunstâncias do assassinato, incluindo a motivação, a dinâmica dos disparos e a eventual participação de outras pessoas.
A prisão do jovem ocorreu durante as diligências realizadas após o crime. A condição de suspeito não representa, por si só, uma conclusão sobre sua responsabilidade, que deverá ser analisada no curso da investigação e do processo judicial, com direito à defesa.
O caso permanece sob investigação.
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