Bianca da Silva Ribeiro, de 26 anos, estava desaparecida desde o dia 4 de julho; corpo foi localizado parcialmente enterrado em uma fazenda às margens da RJ-115
Por Redação | Portal A Gazeta RM
A Polícia Civil identificou como Bianca da Silva Ribeiro, de 26 anos, a mulher encontrada morta e parcialmente enterrada na sexta-feira (11), em uma fazenda localizada no bairro Ramada, às margens da RJ-115, no município de Miguel Pereira, no Centro-Sul Fluminense. O caso é investigado como feminicídio.
Bianca era estudante de História e morava no bairro Méier, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com as investigações, ela estava desaparecida desde o último dia 4 de julho, quando foi vista pela última vez no bairro Todos os Santos, também na Zona Norte da capital. O desaparecimento foi registrado oficialmente por familiares dois dias depois, em uma delegacia do Rio de Janeiro.
Segundo informações da Polícia Militar, o corpo foi localizado por um trabalhador que realizava serviços de manutenção em uma área destinada ao manejo de gado.
Durante a limpeza do terreno, ele encontrou um amontoado de galhos, troncos, folhas e terra. Ao verificar o local, percebeu que um dos pés da vítima estava parcialmente exposto, indicando que o corpo havia sido enterrado de forma superficial. Imediatamente, o trabalhador acionou a polícia.
Equipes da Polícia Militar isolaram a área até a chegada da Polícia Civil e da perícia criminal, que realizou os primeiros levantamentos técnicos no local.
Desde o desaparecimento, familiares e amigos utilizavam as redes sociais para divulgar fotografias e informações na tentativa de localizar Bianca.
As publicações informavam que ela havia sido vista pela última vez na Zona Norte da capital e pediam que qualquer informação fosse comunicada às autoridades.
A confirmação da identidade ocorreu após os procedimentos periciais realizados pelas autoridades.
Após a perícia no local, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Volta Redonda, onde passará por exames de necropsia.
Os laudos periciais deverão auxiliar a investigação, indicando a causa da morte, o tempo aproximado do óbito e outros elementos que possam contribuir para o esclarecimento do crime.
O caso é conduzido pela Delegacia de Polícia de Miguel Pereira (96ª DP), responsável pela investigação.
Até a publicação desta reportagem, não havia suspeitos presos, e a Polícia Civil prossegue com diligências para identificar a autoria, a motivação do crime e as circunstâncias que levaram à morte da jovem.
Os investigadores também buscam reconstruir os últimos deslocamentos da vítima, analisar imagens de câmeras de segurança, ouvir testemunhas e reunir outras provas que possam auxiliar na elucidação do caso.
Segundo a Polícia Civil, as investigações seguem sob sigilo para não comprometer o andamento dos trabalhos.
Foto: Redes sociais





