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Lewandowski entrega carta de demissão do Ministério da Justiça e Segurança Pública

Ministro deixa comando da pasta em meio a foco ampliado no tema da segurança pública; substituto ainda não foi oficializado

Por Redação | Porta A Gazeta RM

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, apresentou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sua carta de demissão do cargo, nesta quinta-feira (8). A saída do ministro — que deve ser formalizada com publicação no Diário Oficial da União (DOU) nos próximos dias — ocorre em um momento em que a segurança pública continua como tema de destaque no debate nacional.

Lewandowski assumiu o comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública em fevereiro de 2025, poucos meses após se aposentar do Supremo Tribunal Federal (STF), onde teve uma longa trajetória como magistrado e presidiu a Corte antes de deixar a carreira judicial.

Até o momento, o governo federal ainda não anunciou oficialmente um substituto para o cargo. Fontes ouvidas pela imprensa indicam que o secretário-executivo do ministério, Manoel Almeida, pode assumir a função de forma interina enquanto o Executivo define o nome definitivo.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública é responsável por coordenar políticas de segurança em âmbito federal e integra órgãos estratégicos, incluindo a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Força Nacional de Segurança, que pode ser acionada para reforçar estados em situações de crise.

A saída do ministro ocorre em um período em que a segurança pública segue como uma das preocupações centrais no país, com debates intensos sobre como aprimorar a atuação integrada das forças de segurança e a formulação de políticas para enfrentar a criminalidade organizada em várias regiões brasileiras.

Lewandowski deixa o cargo em meio a discussões sobre possíveis ajustes na estrutura da pasta e sobre a necessidade de uma atuação coordenada entre governo federal, estados e municípios para lidar com desafios na área de segurança. Até o fechamento desta matéria, não havia confirmação oficial de motivos pessoais específicos ou declarações públicas do próprio ministro sobre as razões da demissão.

O ministério agora enfrenta um período de transição na liderança em um contexto em que o tema da segurança permanece na pauta pública e política, com atenção especial à formulação e implementação de estratégias que envolvam órgãos federais e estaduais de combate ao crime.

Foto: Roque de Sá | Agência Senado

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