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Polícia Militar prende homem por posse irregular de munições em Cruzeiro, SP

Indivíduo é detido no bairro Itagaçaba após denúncia; arma não é localizada, e ele responde em liberdade

Por Redação | Porta A Gazeta RM

A Polícia Militar prendeu em flagrante na manhã desta terça-feira (24) um homem pelo crime de posse irregular de munições no bairro Itagaçaba, em Cruzeiro, no interior de São Paulo. A ação ocorreu por volta das 11h, após um chamado ao Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) informando que um indivíduo estaria portando arma de fogo em via pública.

De acordo com a corporação, uma equipe da Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (ROCAM) se deslocou até o endereço indicado na denúncia. Ao chegar ao local, os policiais abordaram o suspeito na garagem aberta de uma residência. Durante a abordagem, o homem admitiu que possuía seis munições de calibre .32 e indicou onde elas estavam guardadas. As munições foram localizadas e apreendidas pela equipe, contudo, nenhuma arma de fogo foi encontrada na residência ou com o suspeito no momento da revista.

Além do homem, uma mulher estava na casa no momento da ação. Ela foi conduzida ao plantão policial para prestar esclarecimentos, mas, até o momento, não há informações de que tenha sido autuada por qualquer crime relacionado ao ocorrido.

O homem foi autuado em flagrante pelo crime de posse irregular de munições, previsto na legislação brasileira sobre controle de armas de fogo, que também trata da necessidade de registro e autorização para posse e transporte de munições e armas de fogo no país. Nas últimas décadas, o Brasil vem mantendo regras específicas para a posse de armas e munições, que exigem registro junto à Polícia Federal para cidadãos e restrições adicionais para o porte em público.

Após o registro da ocorrência no plantão policial, o autuado pagou fiança e foi liberado para responder ao processo em liberdade. A legislação penal brasileira prevê consequências para a posse irregular de munições, mesmo na ausência de arma de fogo, podendo ser interpretada como crime de perigo abstrato quando não há requisitos legais para a guarda do material.

A Polícia Militar informou que as munições apreendidas foram encaminhadas às autoridades competentes para os procedimentos legais, e que seguirão as investigações para apurar quaisquer outras circunstâncias relacionadas ao caso. Não há registro de apreensão de arma de fogo vinculada ao episódio, e a ocorrência reflete um dos diversos esforços das forças de segurança no combate à irregularidade no porte e na posse de material bélico no estado.

Foto: Divulgação | PM

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