Identificação foi confirmada por exame papiloscópico após corpo ser localizado na zona norte da capital paulista
Por Redação | Porta A Gazeta RM
O desaparecimento do porteiro Celso Antonio Charleaux Gouvêa, de 66 anos, morador da cidade de Aparecida, terminou de forma trágica após a confirmação de que ele foi encontrado morto na capital paulista. O caso passou a ser investigado pela Polícia Civil do Estado de São Paulo como morte suspeita.
De acordo com informações repassadas pela família, Celso havia saído de casa para viajar até a cidade de São Paulo, onde pretendia visitar a namorada. Após chegar à capital, no entanto, ele deixou de manter contato com parentes, o que gerou preocupação entre os familiares.
Diante da falta de notícias, a filha da vítima registrou um boletim de ocorrência por desaparecimento na Delegacia de Polícia de Aparecida na manhã do dia 9 de março. A família aguardava informações sobre o paradeiro do porteiro enquanto tentava contato com conhecidos na capital.
Durante esse período, policiais militares foram acionados após um homem ser encontrado morto na Avenida Cruzeiro do Sul, no bairro de Santana, na zona norte da cidade.
No momento em que o corpo foi localizado, a vítima não portava documentos de identificação. O local foi isolado para os trabalhos da perícia técnica e equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foram acionadas, confirmando o óbito ainda no local.
Segundo informações iniciais repassadas aos familiares pelo Instituto Médico Legal (IML), o corpo não apresentava marcas aparentes de violência. A confirmação da identidade ocorreu posteriormente por meio de exame papiloscópico, que identificou oficialmente a vítima como Celso Antonio Charleaux Gouvêa.
Muito conhecido em Aparecida, Celso trabalhava como porteiro em uma pousada da cidade. A notícia da morte gerou grande repercussão entre familiares, amigos e pessoas que conviviam com ele no município do Vale do Paraíba, que recebe milhares de visitantes todos os anos por abrigar o Basílica de Nossa Senhora Aparecida, um dos principais destinos de turismo religioso do país.
A Polícia Civil solicitou exames necroscópico, toxicológico e perícia técnica para esclarecer as circunstâncias da morte. O caso foi registrado como encontro de cadáver e morte suspeita, e as investigações seguem em andamento para determinar o que ocorreu com o porteiro durante sua passagem pela capital paulista.
Foto: Arquivo pessoal




