Homem investigado por estupro, ameaça e lesão corporal foi preso menos de 24 horas após registro da ocorrência
Por Redação | Porta A Gazeta RM
A Polícia Civil do Estado de São Paulo, por meio da Delegacia de Polícia de Cachoeira Paulista, cumpriu na manhã desta quinta-feira (26), pelo segundo dia consecutivo, um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado pelos crimes de estupro, ameaça e lesão corporal.
A ordem judicial foi expedida pela 2ª Vara da Comarca de Cachoeira Paulista e, segundo informações oficiais, foi cumprida em menos de 24 horas após o registro da ocorrência. De acordo com a Polícia Civil, a agilidade na execução da medida é resultado das diligências realizadas desde a comunicação dos fatos.
Conforme apurado, o investigado teria submetido a própria esposa a práticas consideradas degradantes e constrangedoras. Entre as acusações, consta a imposição para que a vítima mantivesse relações com pessoas do círculo de convivência do suspeito, mediante coação e grave ameaça.
Ainda segundo a polícia, a vítima apresentava lesões corporais compatíveis com as agressões relatadas, o que reforçou os indícios de materialidade dos crimes investigados.
Desde o registro da ocorrência, os policiais civis realizaram diligências contínuas, colheram depoimentos e reuniram elementos probatórios que embasaram o pedido de prisão preventiva encaminhado ao Poder Judiciário.
O homem foi localizado, detido e conduzido à unidade policial, onde foi formalmente interrogado. De acordo com a Polícia Civil, ele confessou a prática criminosa durante o depoimento.
Após os procedimentos na delegacia, o investigado foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de praxe e, posteriormente, transferido para a Cadeia Pública de Lorena, onde permanece à disposição da Justiça.
Em nota, a Polícia Civil informou que mantém atuação permanente no enfrentamento aos crimes contra a dignidade sexual e reforçou que denúncias podem ser feitas de forma anônima, contribuindo para a rápida resposta das forças de segurança.
O caso segue sob investigação e tramita sob sigilo judicial, conforme previsto em situações que envolvem crimes dessa natureza.
Arte: AGRM




