Acompanhante afirma que encontro tinha objetivo religioso e nega relação íntima
Por Redação | Porta A Gazeta RM
A morte do pastor Moisés Neves Galdino, de 53 anos, registrada dentro de um motel na cidade de Ipatinga, no Vale do Aço, em Minas Gerais, ganhou novos desdobramentos após declarações da mulher que estava com ele no quarto no momento do ocorrido.
O caso aconteceu no dia 4 de março, quando equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas para atender a uma ocorrência de mal súbito em um estabelecimento localizado no bairro Canaãzinho. De acordo com as informações repassadas aos socorristas, o homem havia passado mal dentro do quarto do motel.
Quando os profissionais chegaram ao local, encontraram o pastor desacordado. A equipe médica iniciou imediatamente as manobras de reanimação, que se estenderam por aproximadamente uma hora. Apesar dos esforços, o óbito foi confirmado ainda no estabelecimento.
Segundo os primeiros relatos registrados pelas equipes de atendimento, a mulher que acompanhava o pastor informou que os dois haviam mantido relação sexual momentos antes de ele apresentar sinais de mal súbito e perder a consciência.
Após acionar o socorro médico, a acompanhante deixou o local antes da chegada da Polícia Militar. Conforme relatado aos profissionais de saúde, ela afirmou que a vítima era casada e preferiu não permanecer no estabelecimento para evitar ser identificada.
A Polícia Militar de Minas Gerais foi acionada para registrar a ocorrência. A perícia não identificou sinais de violência no corpo, o que reforçou a hipótese inicial de morte por causa natural, possivelmente relacionada a um problema cardíaco.
Posteriormente, a esposa do pastor foi localizada e compareceu ao local para realizar o reconhecimento do corpo e acompanhar os procedimentos legais.
Dias após o caso ganhar repercussão, a mulher que estava com o pastor divulgou um vídeo nas redes sociais e concedeu entrevista afirmando que o encontro não teve caráter íntimo.
Segundo ela, os dois teriam ido ao motel para realizar uma “campanha de oração”. A acompanhante também negou que houvesse qualquer relacionamento extraconjugal, afirmando que as pessoas envolvidas estariam cientes da situação.
A mulher não teve o nome divulgado oficialmente pelas autoridades.
Até o momento, não há indícios de violência ou de crime relacionados à morte do pastor. A ocorrência foi tratada inicialmente como mal súbito, e a causa oficial do óbito depende de avaliação médica e dos registros feitos no atendimento.
O caso repercutiu na região do Vale do Aço e nas redes sociais, principalmente devido às diferentes versões apresentadas sobre as circunstâncias do encontro no local.
Fotos: Reprodução




