Parecer unânime consolida regularidade fiscal nos oito anos de gestão de Diogo Curi Hauegen
Por Redação | Portal A Gazeta RM
O Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) emitiu parecer prévio pela aprovação das contas do ex-prefeito de Caxambu, Diogo Curi Hauegen, referentes ao exercício de 2024, último ano de seu mandato. A decisão foi tomada por unanimidade pela Segunda Câmara da Corte, em sessão realizada no dia 10 de fevereiro de 2026.
Com o novo parecer favorável, o ex-chefe do Executivo municipal passa a ter todas as contas dos oito anos de gestão aprovadas pelo órgão de controle, consolidando um ciclo administrativo marcado pelo cumprimento das exigências legais e pelo equilíbrio na condução das finanças públicas.
De acordo com o relatório técnico do TCE-MG, o município atendeu aos principais índices constitucionais e legais exigidos, incluindo:
aplicação mínima de recursos nas áreas de saúde e educação;
respeito aos limites de gastos com pessoal;
cumprimento dos repasses ao Poder Legislativo.
A análise também apontou equilíbrio na execução orçamentária, sem indícios de comprometimento das contas públicas ao longo do exercício de 2024.
O parecer destaca ainda a regularidade na abertura de créditos orçamentários e o cumprimento das normas fiscais vigentes. Outro ponto observado foi a inexistência de endividamento consolidado líquido ao final do exercício, o que indica solidez na gestão financeira do município.
Apesar de apontamentos técnicos pontuais, o Tribunal registrou que as ocorrências não comprometeram a aprovação das contas, resultando apenas em recomendações administrativas.
A aprovação das contas de 2024 reforça o histórico de regularidade da gestão de Diogo Curi à frente da Prefeitura de Caxambu. Ao longo dos dois mandatos consecutivos, a administração foi pautada pelo controle de despesas, cumprimento das obrigações legais e organização fiscal.
Com todas as contas validadas pelo TCE-MG, o ex-prefeito encerra seu período à frente do Executivo municipal com um dos principais indicadores de responsabilidade fiscal reconhecidos pelos órgãos de controle, evidenciando conformidade com a legislação e estabilidade na gestão dos recursos públicos.
Foto: Arquivo pessoal




