Ação de conscientização sobre o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes contará com caminhada no Centro e palestra aberta ao público

Por Redação | Portal A Gazeta RM
A cidade de Cruzeiro promove neste sábado (23) uma mobilização em apoio à campanha nacional Maio Laranja, iniciativa voltada à conscientização e ao enfrentamento do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes.
A programação contará com caminhada pelas ruas centrais da cidade e uma palestra educativa aberta ao público, reunindo moradores, representantes da sociedade civil, profissionais da rede de proteção e lideranças locais.
A concentração para a caminhada está marcada para as 9h30, na Praça 9 de Julho, no Centro. A saída ocorrerá às 10h. Já às 10h40 será realizada uma palestra na Igreja Esperança, localizada na Rua Capitão Neco, nº 310, também na região central de Cruzeiro.
O evento terá a participação da advogada Renata Paiva, reconhecida pela atuação em políticas públicas voltadas à proteção social, fortalecimento familiar e garantia dos direitos de crianças e adolescentes.
O Maio Laranja é uma campanha nacional criada para ampliar o debate sobre a prevenção da violência sexual contra crianças e adolescentes. A mobilização acontece em referência ao dia 18 de maio, data instituída no calendário nacional como o Dia de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Segundo dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, milhares de denúncias relacionadas à violência sexual infantil são registradas anualmente no Brasil, muitas delas ocorrendo dentro do ambiente familiar ou em círculos próximos às vítimas.
Especialistas destacam que ações educativas, informação e fortalecimento da rede de apoio são fundamentais para identificar sinais de abuso, incentivar denúncias e garantir acolhimento às vítimas.
Os organizadores reforçam que a participação da população é importante para ampliar a conscientização e fortalecer a proteção de crianças e adolescentes no município.
A caminhada e a palestra são abertas ao público e devem reunir famílias, educadores, profissionais da assistência social, estudantes e representantes de instituições locais.
Casos suspeitos de abuso ou exploração sexual podem ser denunciados de forma anônima pelo Disque 100, canal nacional de proteção aos direitos humanos.
Arte: Divulgação | PMC





