Agentes do BAEP realizaram a abordagem durante patrulhamento; suspeito foi autuado por porte ilegal e comércio de arma de fogo
Por Redação | Portal A Gazeta RM
Um guarda civil municipal de Caraguatatuba foi preso na tarde de terça-feira (24), no bairro Jaraguazinho, após ser flagrado com armas de fogo e em um veículo com registro de roubo.
A ocorrência foi atendida por equipes do Batalhão de Ações Especiais de Polícia durante patrulhamento pela Avenida Presidente Campos Sales. Os policiais identificaram um carro estacionado de forma isolada em um supermercado, o que levantou suspeita.
Após consulta aos sistemas, foi constatado que o veículo possuía registro de roubo, motivando a abordagem imediata.
Durante a revista pessoal, os agentes localizaram uma pistola calibre 9 mm com 18 munições. De acordo com o boletim de ocorrência, a arma seria institucional, vinculada à prefeitura de Caraguatatuba.
Na vistoria do veículo, os policiais encontraram ainda um revólver calibre 38 com a numeração suprimida, escondido sob o banco do passageiro. Também foram apreendidos aparelhos celulares e outros objetos.
Segundo o registro policial, o suspeito, de 31 anos, afirmou que pretendia vender o revólver e que aguardava um possível comprador no local. No entanto, ele não apresentou detalhes sobre a suposta negociação.
O homem foi conduzido à delegacia, onde teve a prisão em flagrante decretada por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e comércio ilegal de arma.
A Polícia Civil do Estado de São Paulo solicitou a conversão da prisão em preventiva. As armas e munições foram apreendidas e encaminhadas para perícia.
O caso segue sob investigação para apurar a origem do armamento e possíveis conexões com outras práticas ilícitas.
Em nota oficial, a Prefeitura de Caraguatatuba informou que acompanha o caso e instaurou procedimento administrativo para apurar os fatos.
A administração municipal declarou que não compactua com condutas irregulares e que colabora com as investigações, reforçando o compromisso com a legalidade e a transparência no serviço público.
A reportagem poderá ser atualizada caso haja manifestação da defesa do investigado.
Foto: Divulgação | PMSP




