Polícia Civil investiga a morte da vítima e o homicídio do homem que aparece em gravação assumindo autoria do crime
Por Redação | Portal A Gazeta RM
Um homem apontado como suspeito de envolvimento na morte de uma mulher no bairro Retiro, em Volta Redonda, foi encontrado morto poucas horas após a divulgação de um vídeo que passou a circular nas redes sociais na sexta-feira (12).
Nas imagens, cuja autenticidade ainda não foi oficialmente confirmada pelas autoridades, o homem aparece fazendo uma declaração em que assume a responsabilidade pela morte de uma moradora da região. Em seguida, ele surge ferido por disparos de arma de fogo.
De acordo com informações que circulam nas redes sociais e relatos recebidos por moradores, o homem teria afirmado: “Tô morrendo porque matei morador inocente na 31, no Retiro.” A gravação passou a ser compartilhada amplamente após o crime registrado no bairro.
Até o momento, as autoridades não divulgaram oficialmente a identidade do homem nem detalhes sobre as circunstâncias em que ele foi morto. Também não há confirmação de que a execução tenha relação com um suposto “tribunal do tráfico”, hipótese levantada em publicações nas redes sociais.
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro investiga o caso e deverá analisar o conteúdo do vídeo, além de apurar a dinâmica dos fatos, a motivação do homicídio e a possível participação de outras pessoas nos crimes.
Investigação de dois homicídios
O trabalho dos investigadores agora se concentra na apuração de dois homicídios distintos: a morte da mulher no bairro Retiro e a morte do homem que aparece na gravação. A polícia busca esclarecer se há ligação direta entre os casos e identificar todos os envolvidos.
Informações preliminares indicam que a mulher morta não seria o alvo pretendido da ação criminosa, mas essa informação também depende de confirmação oficial por parte das autoridades responsáveis pelo inquérito.
A Polícia Civil solicita que qualquer pessoa que tenha informações relevantes sobre os fatos contribua com as investigações por meio dos canais oficiais de denúncia. O sigilo é garantido.
As investigações seguem em andamento. Até o fechamento desta reportagem, não havia informações sobre prisões relacionadas aos casos.
Foto: Divulgação





