Crime ocorreu na noite de quinta-feira (1º); suspeito fugiu e ainda não foi identificado
Por Redação | Porta A Gazeta RM
Um comerciante de 42 anos foi morto com um tiro no rosto dentro da própria residência na noite de quinta-feira (1º), em Potim. O crime aconteceu no Jardim Cidade Nova e é investigado pela Polícia Civil.
A vítima foi identificada como Robson Felix de Abreu. De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 20h09 para atender a uma denúncia de disparo de arma de fogo em uma casa localizada na Rua Geraldo Vilela Mendes. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o comerciante já ferido na região da face.
O caso foi registrado como homicídio consumado na Delegacia de Polícia de Aparecida. Segundo informações apuradas, o autor do crime fugiu logo após o disparo e ainda não foi identificado.
Em depoimento à polícia, a esposa da vítima relatou que a família estava reunida no imóvel no momento do crime. Também estavam presentes o patrão de Robson, a irmã, o cunhado e os netos.
A mulher contou que um homem invadiu a residência por volta das 20h. Ainda conforme o relato, o suspeito apontou a arma por cima da cabeça do cunhado da vítima, que se abaixou, e em seguida efetuou o disparo que atingiu o comerciante.
Durante as diligências iniciais, a Polícia Civil identificou câmeras de segurança em pelo menos três pontos próximos à residência. As imagens devem ser analisadas para auxiliar na identificação do autor e no trajeto de fuga.
O local do crime foi preservado para o trabalho da perícia técnica. O celular da vítima foi entregue pela esposa aos investigadores e será analisado como parte das apurações.
A Polícia Civil segue investigando a motivação do homicídio e trabalha para identificar o responsável pelo disparo. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre suspeitos detidos.
O caso passa a integrar a lista de crimes contra a vida em investigação na região de Potim e Aparecida. As autoridades devem cruzar imagens, depoimentos e dados coletados para avançar nas investigações.
Foto: Redes sociais




